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terça-feira, 17 de novembro de 2015

Crítica Chef

Olá mais uma vez, meus caros leitores! Hoje eu vim falar sobre um filme que você pode – e deve – assistir com a sua mãe, ou até com a sua família.


Chef (2014) é um daqueles filmes dirigido, escrito e estrelado por um ator, nesse caso, o diretor Jon Favreau, – dos dois primeiros filmes do Homem de Ferro, tanto como diretor, como o segurança do herói, o Happy. – que fez de tudo para criar um filme bastante “família”. Recheado de atores mundialmente conhecidos como o próprio “Homem de Ferro” em pessoa, o ator Robert Downey Jr., Scarlett Johansson – a atriz mais sedutora dos últimos tempos -, Dustin Hoffman, Sofia Vergara e John Leguizamo – o imortal Peste -, a trama do filme é bastante simples.

Carl Jasper (Favreau), um chef espetacular, cansado de trabalhar num restaurante onde o seu dono (Hoffman) o impede diversas vezes de demonstrar cada vez mais o seu potencial culinário, limitando-o ao cardápio já conhecido do restaurante, resolve demitir-se e, posteriormente, com a ideia da sua ex-mulher (Vergara), decide trabalhar no ramo dos já conhecidos Food-trucks. 

Junto com o seu filho que ele não possui qualquer intimidade pela completa e total falta de tempo, por trabalhar muito, e o seu amigo (Leguizamo), Carl viaja por algumas cidades dos Estados Unidos mostrando que consegue ser criativo na criação dos seus pratos, e ao mesmo tempo, pretende recuperar o tempo perdido com o seu filho, reforçando a interação entre os dois cada vez mais.


Chef pode ser definido como um road movie gastronômico, que visa trabalhar o lado emotivo do expectador, numa realidade atual onde cada vez mais precisamos do contato virtual para que possamos nos importar com o próximo, retorcendo isso e demonstrando que a felicidade pode estar num simples sorriso de uma criança satisfeita. É certamente um filme que visa a reconciliação, mas, ao mesmo tempo, a busca dos seus sonhos.

Favreau mostra, que mesmo com todas as dificuldades, os relacionamentos familiares podem alcançar um nível de afeição superior quando se trata da relação do seu personagem com o seu filho, mas, que não funciona na interação com a personagem de Sofia Vergara, resultando em diálogos que não ocorrem com a mesma naturalidade.


Sendo assim, mesmo com a simplicidade da trama com um destino claramente previsível, Chef sofre um pouco com as mesmas dificuldades de relacionamento que se esforça em mostrar. Mesmo assim, é um filme com um significado maior, que pode ser assistido numa tarde de tédio, tendo em vista o humor leve que passa. O filme pode ser assistido na Netflix – Paganóis -. 

Assista o trailer:


Um beijo na alma e até a próxima.



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