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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Crítica Deadpool

Olá, caros leitores! Hoje eu trago para o seu deleite (olha eeele) a crítica de um filme que (graças ao bom Jah) me deixou muito satisfeito como fã do personagem e espectador. Eu juro que eu vou tentar me conter, mas a emoção é do tamanho de uma enorme fucking chimichanga, então vamos lá!


É lógico que eu estou falando de Deadpool! Mas antes de qualquer coisa, eu preciso comentar brevemente sobre a minha relação com o mercenário desbocado. Eu não o conheci de inicio pelos seus próprios quadrinhos, mas sim, por algumas histórias com os X-Men, ou a X-Force. O viciado em chimichangas sempre foi aquele alívio cômico em qualquer situação com as suas piadocas, situações constrangedoras e “quebras da quarta parede”, mas, ao mesmo tempo era sempre violento e instável, armado com as suas pistolas, granadas e katanas.


Depois disso eu passei a procurar cada vez mais e mais sobre o Deadpool, fazendo assim com que ele se tornasse um dos meus personagens favoritos da Marvel, justamente pela zoeira. Foi então que eu soube que ele estaria no filme de origem do querido Wolverine, o X-Men Origens: Wolverine, e quase surtei de felicidade. Depois do filme, surtei de raiva mesmo (quem já assistiu, sabe do que eu estou falando). E então, a Fox, que não estava contente em ferrar só com os mutantes, começando a ferrar mais ainda o Quarteto Fantástico, decidiu produzir um filme ousado, diferente, um filme que o Deadpool merecia. Fiquei não só com um pé atrás, mas com os dois. Porém, na estreia, semana passada, dia 11 de fevereiro, tudo mudou.

Deadpool, conta a origem do mercenário tagarela, anti-herói declarado e fanfarrão. Dirigido por Tim Miller, um diretor estreante, temos Wade Wilson (Ryan Reynolds), um mercenário que descobre ter um câncer terminal, e, como única opção viável, aceita participar de um projeto sigiloso, num laboratório suspeito, para que possa ser curado e assim, retornar aos braços da sua amada. A experiência dá certo por um lado, já que Wade desenvolve habilidades mutantes que regenera de forma bastante potente as suas células, mas, no processo, o seu corpo inteiro fica bastante destruído. Wade então assume a personalidade do amável Deadpool para que possa conseguir a sua vingança e talvez conseguir com que o seu corpo volte ao normal.


É importante falar que o filme foi finalmente liberado pela Fox graças ao vazamento na internet de uma filmagem teste que o diretor já havia feito com o Ryan Reynolds (com CGI e tal). O vídeo se tornou um sucesso absoluto entre os fãs, possibilitando que Ryan pudesse depois de 11 longos anos, finalmente protagonizar este filme, e como protagoniza. Da mesma forma que hoje em dia, quando vemos Tony Stark em qualquer lugar, desenhos ou quadrinhos, lembramos imediatamente de Robert Downey Jr., lembraremos para sempre de Ryan Reynolds sendo Deadpool depois desse filme. Como ele está espetacular! Cheio de referências não só ao mundo Marvel, mas como à Liam Neeson, Batman e Robin, Um lugar chamado Nothing Hill, O Senhor dos Anéis, Star Wars, e até (pasmem) Hora de Aventura!

Na minha humilde opinião, Deadpool até agora foi o melhor filme de origem de um super herói (que não é um super herói) já feito. É impressionante como eles conseguiram colocar o personagem tão fielmente num cenário onde ele poderia ser ele mesmo, como é nos quadrinhos, desde o seu INCRÍVEL uniforme, passando pelas suas acrobacias, sua boca suja, suas piadinhas eternas até a tão esperada quebra da quarta parede (que ocorre em algumas cenas). A não linearidade do filme, sempre voltando com flashbacks também destoa bastante com os filmes de origem de super heróis, que sempre seguem em linha reta.


Outra coisa que deve ser dita é que temos o melhor aproveitamento dos X-Men fora dos filmes dos mesmos. Colossus finalmente mostra para que veio, e como está bem feito (bem melhor que os anteriores super cromados a lá naves dos episódios I, II e III de Star Wars). Os diálogos feitos pelos mesmos autores de Zumbilândia em conjunto com o próprio Ryan Reynolds são o grande chamativo do filme, tornando assim a interação do mercenário com os personagens secundários muito boa, inclusive com o vilão, o temível Fran... Digo, Ajax (Ed Skrein).

Deadpool entrega aos novos e velhos fãs um filme que vale a pena ver, feito de fãs para fãs, fazendo com que cumpra assim com o que se propõe, um filme extremamente divertido e diferente, já que a classificação etária é de 16 anos ( 18 nos Estados Unidos), por toda a sua violência, nudez e linguagem forte ( que graças ao bom Jah não virou “seu bundão” ou “vá se ferrar” ou “que droga, seu bobo” aqui no BRBR HUEHUE). Em resumo, é um filme que tem aquele 99% de senso de humor que o 1% de doutrinadores do Facebook precisam hoje em dia. Vão garantir as suas risadas, depois contem aqui o que acharam, e me desculpem pela crítica enorme, mas não tinha como não me empolgar! 

Assista o Trailer:


Um beijo na chimichanga!

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